quinta-feira, 10 de novembro de 2011

CONFISSÃO - Capítulo 02

Assim que se deu conta do que tinha visto, Agripino recuperou o juízo e fez o que qualquer pessoa sensata faria em seu lugar: chamou a polícia. Lógico que o seu patrão foi assassinado, concluiu Agripino para si. E descobrir o autor do homicídio era do interesse não só dele, que o respeitava bastante, mas, também, do interesse da família do recente falecido, principalmente dos seus irmãos: Mário e Luiz Amarante Paz, também seus sócios no recente negócio da família: uma concessionária na zona sul carioca e, por isso mesmo, principais interessados em sua morte...




Será que as divagações de Agripino tem fundamento? Será que estamos diante de um fraticínio em nome da ganância? Ou de um crime passional, onde a amante apaixonada teria disparado os três tiros no peito de César Amarante Paz para vingar o seu amor de mulher que foi, quem sabe, rejeitado?


Não percam a próxima postagem, na terça-feira que vem!




(Novela Internética de Sérgio Santal)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CONFISSÃO - Capítulo 01

É preciso, primeiro, que fique registrada essa imagem, digamos que hedionda, para que essa história possa sair dessas primeiras linhas. Um homem morto. Que peso teria essa imagem na sua consciência se você se deparasse com um na sua frente? Bem, o seu Agripino, ao abrir a concessionária naquela manhã ficou em estado de choque e nunca mais conseguiu dormir desde então. O seu patrão, César Amarante Paz, levou três tiros no peito e ele, o seu Agripino, foi a primeira pessoa a encontra-lo naquele estado vulnerável: cadavérico.


E então? Quem terá sido o autor desse crime? E o funcionário Agripino? Que medidas tomará diante do corpo morto do patrão? Fugirá, para não ser um suspeito do crime? Chamará a polícia?


Não percam a próxima postagem, na próxima quinta-ferira!






(Novela Internética de Sérgio Santal)