Assim que se deu conta do que tinha visto, Agripino recuperou o juízo e fez o que qualquer pessoa sensata faria em seu lugar: chamou a polícia. Lógico que o seu patrão foi assassinado, concluiu Agripino para si. E descobrir o autor do homicídio era do interesse não só dele, que o respeitava bastante, mas, também, do interesse da família do recente falecido, principalmente dos seus irmãos: Mário e Luiz Amarante Paz, também seus sócios no recente negócio da família: uma concessionária na zona sul carioca e, por isso mesmo, principais interessados em sua morte...
Será que as divagações de Agripino tem fundamento? Será que estamos diante de um fraticínio em nome da ganância? Ou de um crime passional, onde a amante apaixonada teria disparado os três tiros no peito de César Amarante Paz para vingar o seu amor de mulher que foi, quem sabe, rejeitado?
Não percam a próxima postagem, na terça-feira que vem!
(Novela Internética de Sérgio Santal)